13 de Maio Dia de Nossa Senhora de Fátima


Os três Pastorinhos em 1917

As três crianças escolhidas, Jacinta, Lúcia e Francisco

Lúcia

Jacinta

Francisco

O Milagre do Sol em 13 de outubro de 1917 na última aparição

Entrevista com Marie Marshell e Marian Corkill

 

Marie Marshell e Marian Corkill

 

 

Marie Marshell e Marian Corkill 

 

 

Todo casal pode usar o Método Billings quando o aprende de forma correta


Marian Corkill e Marie Marshell, diretoras da Organização Mundial do Método da Ovulação Billigns (WOOMB) em entrevista exclusiva ao cancaonova.com.

Marian Corkill é instrutora sênior do Método de Ovulação Billings, com 35 anos de experiência na formação de instrutores na Austrália e em muitos outros países dos cinco continentes. Fez parte de um dos primeiros grupos de mulheres para as quais a doutora Evelyn Billings pediu que ensinassem o sistema a outros casais. Marian é diretora da WOOMB Internacional.

Marie Marshell
é coordenadora de formação, tem extensa experiência de ensino do MOB e na formação de instrutores. Ela foi a instrutora sênior acompanhando John e Evelyn Billings durante suas muitas visitas à China para conduta da formação de instrutores. É atualmente líder do grupo de estudos sobre a eficácia do método. É diretora da WOOMB Internacional.


cancaonova.com: Durante a amamentação, a mãe deve continuar usando o Método Billings?

 

Marian Corkill: Sim. Definitivamente ela deve continuar utilizando-o, porque esse método ensina a mulher a conhecer o seu tempo de fertilidade e de infertilidade. E quando ela está amamentando ela vai experimentar por semanas ou mesmo por meses o período de infertilidade e vai saber reconhecê-lo também, assim como vai perceber quando o retorno dessa fertilidade estiver acontecendo.

cancaonova.com: Mesmo que a mulher tenha pouca ovulação, ela tem condições de engravidar usando o método?

 

Marie Marshell: Sim, ela pode continuar utilizando-o, porque o método vai ensiná-la a perceber quando ela estiver no seu período de fertilidade e de infertilidade. De modo que quando ela perceber que não está ovulando, ela vai conseguir detectar essa infertilidade.

cancaonova.com: Para quem não tem um ciclo menstrual fixo, como pode ser usado esse método?

 

Marian Corkill: O importante não é a duração do ciclo, porque esse método ensina a mulher a conhecer a sua fertilidade e não importa se ela tem um ciclo longo ou um ciclo curto, ela vai saber realmente conhecer o momento em que está fértil e o momento em que está infértil.
Marie Marshell e Marian Corkill
Foto: Wesley Almeida

cancaonova.com: O primeiro dia da menstruação é o dia ideal para dar início a essa prática?

 

Marie Marshell: A mulher deve começar a usar o método no momento em que ela o conhece. Aí, sim, ela deve começar a fazer suas anotações diárias.

cancaonova.com: Muitas mulheres não se sentem seguras para usar o Billings. O que você aconselha para que elas utilizem esse método sem medo?

 

Marian Corkill: Primeiramente, elas devem procurar ajuda de uma pessoa que o conheça realmente. Uma instrutora que possa ajudá-las. O Método da Ovulação Billings, quando bem utilizado, tem 99% de segurança, então todo o casal pode usá-lo quando o aprende de forma correta.

cancaonova.com: Onde buscar informações para aprender a usar esse método?

 

Marie Marshell: Aqui no Brasil a pessoa deve procurar CENPLAFAN (Centro de Planejamento Familiar Natural), que é o órgão responsável pela divulgação do método aqui no Brasil e a pessoa também pode acessar pela internet www.woomb.org, entidade mundial, cuja sede fica localizada na Austrália.

cancaonova.com: Existe algum livro que explique todo o método? Qual?

Marian Corkill:O livro escrito pelo doutor John e pela doutora Evelyn traz todo o conhecimento a respeito do método. É fácil de ler e qualquer pessoa pode ter acesso a esse método por meio dele. Essa obra já foi traduzida em muitas línguas e é chamada: “O livro do Método Billings”. O livro realmente é muito bom e tem ajudado muitos casais, mas nós também recomendamos que a pessoa procure ajuda de um instrutor que o encaminhará no processo de aprendizagem do método.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Cartas de amor de uma santa (Trechos)

Gianna era uma moça que desde cedo buscava a santidade. Fez sua primeira eucaristia com 5 anos, amava ir a missa.
Logo que terminou os estudos entrou na faculdade de Medicina e ao terminar o curso passou por um conflito: ir ao Brasil ser missionária com o irmão que era religioso ou não!? “Parecia que o próprio Deus desarranjava e confundia projetos, desejos e sonhos. Sentia-se chamada por Deus, mas no momento da realização, parecia que tudo saltava pelos ares. Um modo misterioso de agir d’Aquele que traça “vias diferentes das nossas”.
Depois de muitas promessas feitas a Deus, de empenhar muitos propósitos em busca de fazer a vontade de Deus em sua vida, ela conheceu o engenheiro Pietro e juntos souberam unidos a Deus levar um ao outro aos braços de Deus.
Além de médica, boa mãe, Gianna compôs muitas orações a Deus e apaixonados escritos ao seu amado Pietro, em 16 de maio de 2004 foi canonizada pelo Papa João Paulo II:
“Ó, Jesus, prometo submeter-me inteiramente a tudo que Tu permitires acontecer comigo, faça-me apenas conhecer a Tua vontade.”
“Se alguém considerasse o quanto Jesus sofreu, este não cometeria o menor dos pecados.”
“Quando alguém faz sua obrigação não se deve preocupar, pois o auxílio de Deus não lhe faltará.”
“Nosso corpo é um cenáculo, um mostruário: através deste cristal o mundo deveria ver a Deus.”
“O segredo da felicidade é viver momento a momento e agradecer a Deus por tudo que Ele, em Sua bondade, nos dá dia após dia.”
“A Providência Divina está em todas as coisas, está sempre presente.”
“Porque nossa felicidade terrena e a eterna dependem de viver bem a nossa vocação”.

11 de março de 1955

Querido Pietro,

Não tenho palavras para agradecer-lhe todos os cuidados e delicadezas que você tem para comigo. Obrigada pelas rosas e pelos momentos passados ontem à noite em sua companhia. (…) Pietro, como gostaria de dizer-lhe tudo quanto sinto por você! Mas não consigo; ajude-me. O Senhor me ama muito mesmo. Você é o homem que eu queria encontrar, mas não nego que muitas vezes me pergunto: “Serei digna dele?” Sim, digo-lhe, Pietro, porque me sinto como se não fosse ninguém, incapaz para nada, embora deseje fazer que você seja feliz, receio não consegui-lo. (…)

Com muito e muito amor, saudações, sua
Gianna

Dia do casamento de Gianna (24 setembro 1955)

13 de setembro de 1955

Meu querido Pietro,

Não tenho palavras para agradecer-lhe as suas cartas magníficas e muito carinhosas, que, uma após a outra, me são enviadas nesses dias (1). Toda carta, toda palavra sua é para mim motivo de imensa alegria. (…) Queridíssimo Pietro, estou certa de que sempre me fará feliz como hoje o sou e que o Senhor escutará as suas preces, porque feitas por um coração que sempre o amou e serviu santamente.

Pietro, quanto tenho a aprender com você! Você é mesmo um exemplo e lhe agradeço. Assim, com a ajuda e a bênção de Deus, faremos tudo para que nossa nova família seja um pequeno cenáculo em que Jesus reine sobre todos os nossos afetos, desejos e ações.

Meu querido Pietro, faltam poucos dias e sinto-me comovida por aproximar-me de receber o Sacramento do Amor. Tornamo-nos colaboradores de Deus na criação; assim podemos dar-lhe filhos que o amem e o sirvam.

Pietro, conseguirei ser a esposa e a mãe que sempre desejou? É isso mesmo o que quero, porque você o merece e porque lhe devoto muito amor. Beijos e abraços com todo o amor. Sua
Gianna

1) Temos a carta de 10 de setembro que entre outras coisas dizia: “Gianna, quero ser o marido que você queria nos seus mais belos sonhos e desejava nos seus desejos mais alegres e santos, o marido digno de suas virtudes, de sua bondade e de seu imenso amor”.

De Gianna para Pietro:

“A santidade não é feita somente de sinais extraordinários. É feita, sobretudo, da adesão cotidiana aos desígnios inescrutáveis de Deus.”
“O Senhor me concedeu a graça extraordinária de compartilhar contigo parte de tua vida. Quero mesmo fazê-lo feliz e ser aquela que você deseja: bondosa, compreensiva e disposta aos sacrifícios que a vida há de nos oferecer […] Ora, você é aquele a quem amo muito e a quem pretendo doar-me para formarmos uma família verdadeiramente cristã. É verdade que teremos que enfrentar dores e sacrifícios, mas se desejarmos sempre um o bem do outro, com a ajuda de Deus venceremos todos os obstáculos”.
“Estou disposta a todos os sacrifícios por ti, atos ordinários, que custam nosso empenho, mas que, com amor, tornam-se extraordinários e heróicos aos serem oferecidos a Deus.”
“[…]então suplico ao Senhor: ‘Senhor, tu que vês os meus sentimentos e a minha boa vontade, corrige-me e ajuda-me a tornar-me uma esposa e uma mãe como tu desejas e acho que Pietro também o deseja”.
“Hoje fui a missa sozinha, haviam poucas pessoas na missa […], o Senhor é todo para mim e para você, Pietro, pois, afinal de contas, onde eu estiver, você também estará.”
Seguindo o exemplo de Cristo, que “tendo amado os seus… amou-os até ao fim” (Jo 13, 1), amarei minha família eternamente.
“O amor é o sentimento mais bonito que o Senhor colocou na alma dos homens”.
Gianna doente disse: “se soubesse o que eu vi… Um dia dir-te-ei. Mas como éramos demasiado felizes, estávamos muito bem, com nossos meninos maravilhosos, cheios de saúde e de graça, com todas as bênçãos do céu, mandaram-me cá abaixo para sofrer ainda, porque não é justo apresentar-nos ao Senhor sem sofrimentos”.

“Uma noite e meio dia sem meu muitíssimo amado Pedro; mas tu estás sempre presente e te sigo momento a momento na tua longa viagem.
Ontem à noite, voltando de Milão, fui ver teus parentes a fim de tranqüilizá-los e levar-lhes tua saudação; depois, jantei comigo e voltei com Zita à nossa casinha.
Pietro, dirás que exagero: mas que vazio e tristeza por não te encontrar em casa! Tratei de escrever-te e depois fui ver o telejornal, mas meu Pietro não apareceu na tela…
Um bom rosário, a oração pela nossa família e, contigo, meu querido tesouro, no coração e na mente, adormeci.
(…) não me falta companhia, enquanto tu estás sozinho na fria Suíça. Agasalha-te bem, Pietro, e não te canses muito. (..) Meu Pietro, sou tão feliz porque te quero bem e tu também me queres muito  e farei sempre de tudo para que tu encontres em mim a esposa boa, afetuosa, compreensiva e sempre sorridente. Um beijão grande, grande e um abraço afetuosísimo da tua Gianna”

Gianna com o marido Pietro e seu primogênito Pierluigi (1957)

De Pietro para Gianna:

“Não foi difícil para mim corresponder a esse amor seu. Se ela queria fazer-me feliz, qual poderia ser o meu propósito senão torná-la feliz?”.
“Nossos dias começam com as missas e terminam com o rosário.”
“Recordo-me de ti quando, com teu sorriso largo e gentil, saudavas o Frei Lino e os seus parentes; recordo-me quando fazias devotamente o Sinal da Cruz antes do café; recordo-me ainda quando estavas em oração durante a bênção do Santíssimo Sacramento”.
“Sinto a serena tranqüilidade que me dá a certeza de ter tido ontem um ótimo encontro. Quanto mais conheço Gianna, mais tenho a certeza de que melhor encontro Deus não podia oferecer-me”.

Gianna com os filhos Pierluigi e Mariolina em um dia no parque

 

 

Escrevo-te em um momento no qual, mais que nunca, sinto saudades de ti e de nossa casinha. A escuridão invade quase completamente o mar e o navio avança, silencioso, ondejado pelo vento.
Penso em ti, sozinha, com teus pacientes de Mesero, como pensava, também, hoje de manhã, em ti, devotíssima, em oração diante da querida Mãe do Bom Conselho.
Ao passar por Hannover, te revia, ainda comigo, durante nossa inesquecível estadia ali, sempre afetuosíssima, boa e tão querida. (…)
A viajem através da Alemanha foi boa: pouquíssima neve que cobria praticamente tudo. Nas cidades alemãs e suíças, há árvores e luzes de Natal. Este é o nosso primeiro natal, Gianna. Quanto perfume de doçura e de íntima serenidade me traz! Abraço-te e beijo fortemente, este que vive de ti, Teu Pietro
Que alegria – esta noite – ouvir a ti e nossos tesouros tão próximos a mim, quase em Londres: era-me tão próxima a expressão dulcíssima e afetuosa das vozes de vocês ao telefone que sentia-os comigo. E tu “estás bastante bem”, como disseste.
Quanto me dói teu sofrimento e tua ansiedade de quase todos os dias, sobretudo agora que estou distante! Sei que és uma mulher forte no sofrimento e que sabes esconder as tuas preocupações. Sei ainda que tu preferes e desejas que eu não fique preocupado contigo; mas isso eu não consigo quase nunca. Mantém-te serena, caríssima Gianna, e verás que esta quarta maternidade será bendita e feliz como as outras que a precederam. Por estas horas nossos maravilhosos tesouros estão dormindo serenos, depois de haverem rezado pelo papai distante e desejo que também o teu sono seja pleno e repousante.
Perdoa-me se, não obstante as promessas, não consigo restringir meu trabalho aos limites convenientes. Lembro-me de nossa inesquecível estadia aqui em Londres e te beijo e abraço com todo o amor. Beija por mim nossos tesouros. Teu, Pietro

Gianna com Pierluigi e Mariolina (1958)

Gianna com os filhos

Com Pierluigi e Mariolina (1959)

Encontro da filha – Gianna Emanuela e marido com João Paulo II

Cerimônia de Canonização no Vaticano

Relíquia de Santa Gianna

Santa Gianna, rogai por nós!

Santa Gianna Beretta Molla, encontrou realização sendo fiel aos planos de Deus

O casal Alberto Bereta e Maria de Micheli – ambos da Ordem Terceira Franciscana – tiveram 12 filhos. À filha mais nova deram o nome Gianna Beretta Molla. Gianna nasceu na cidade de Magenta (Milão, Itália) no dia 04 de outubro de 1922, dia de São Francisco, o que foi uma alegria para seus pais, dada sua opção de vida e devoção que nutriam pelo Santo de Assis.

Desde sua infância acolheu plenamente o dom da fé e a educação cristã recebidas de seus pais, que lhes ensinaram a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a confiar na Providência Divina e o valor e a eficácia da oração. Fez a Primeira Comunhão com 5 anos e a partir de então ia à missa todos os dias com sua mãe. Recebeu o Sacramento da Crisma aos 7 anos.

Já adolescente tornou-se membro da Sociedade São Vicente de Paulo onde, voluntariamente trabalhava com os pobres e os idosos. Gianna via a medicina como um meio de servir a Deus e por isso escolheu essa profissão. Durante o período em que frequentou a universidade, dedicou-se aos seus deveres acadêmicos, mas não deixou de viver a sua fé, bem como de assumir seus deveres de cristã, ao contrário, vinculava sua fé com um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente.

Em 1949 formou-se com louvor em medicina e cirurgia e especializou-se em pediatria, tendo, logo após abrindo seu próprio consultório. Entre seus clientes, demonstrava especial cuidado com as mães, crianças, idosos e pobres. Gianna tinha a pretensão de unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão Francesco, que era engenheiro, construiu um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. Mas essa viagem acabou não acontecendo.

Gianna era uma jovem muito ativa, que amava esquiar e praticar “trekking”. Alguns pensavam que, pelo seu testemunho de vida, entraria para um convento, mas após muitas reflexões e orações, ela percebeu que era chamada à vocação matrimonial, e que, também dessa forma poderia cooperar com o Senhor ao formar uma verdadeira família cristã.

Foi então que conheceu o engenheiro Pietro Molla, do qual ficou noiva. Contudo, não perdeu o foco do seu grande amor pelo Senhor ao qual consagrava sua vida e seus projetos. Durante o noivado, escreveu ao seu noivo: “Quero formar uma família verdadeiramente cristã; um pequeno cenáculo onde o Senhor reine nos nossos corações, ilumine as nossas decisões, guie os nossos programas”. Os dois casaram-se em 24 de setembro de 1955 e a cerimônia foi celebrada pelo seu outro irmão, Padre Giuseppe.

Gianna transformou-se em uma mulher totalmente feliz e realizada. Com simplicidade e equilíbrio, conseguiu harmonizar os deveres de serva, de mãe, de esposa, de médica e da grande alegria de viver.

Teve quatro filhos: Pierluigi, Maria Zita, Laura e Gianna Emanuela. Na última gestação, aos 39 anos, descobriu que tinha um fibroma no útero. Três opções médicas lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou, a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Não hesitou! Antes de ser operada, suplicou ao cirurgião Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” e entregou-se à Divina Providência e à oração. A cirurgia foi realizada com sucesso e sete meses depois nasceu sua filha, completamente saudável.

Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstrou-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Deu entrada no hospital na sexta-feira da Semana Santa e, na manhã do dia seguinte, em 21 de abril de 1962, nasceu Joana Manuela (Gianna Emanuela). Gianna teve a filha por breves instantes nos braços, mas apesar dos esforços médicos, faleceu santamente na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus eu te amo, eu te amo”, com 39 anos de idade.

Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de profunda comoção, de fé  e de oração. A Serva de Deus repousa no cemitério de Mêsero, distante 4 quilômetros de Magenta, nos arredores de Milão (Itália).

O Papa Paulo V! definiu o gesto de Gianna como Meditata immolazione” (imolação meditada), afirmando no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, “uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria”, ficando claro palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.

O milagre da beatificação de Santa Gianna aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, no mesmo hospital que ela sonhara em ser missionária, onde uma jovem protestante que tinha dado à luz recebeu o auxílio necessário por meio da intercessão de santa italiana.  Foi beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994, no “Ano Internacional da Família”, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto, e por isso recebeu o título de “Mãe de Família”. O Foi canonizada no dia 16 de maio de 2004, onde recebeu do Santo Padre o Papa João Paulo II o sugestivo título de “Mãe de Família”. Na cerimônia estavam presentes o seu marido Pietro Molla, as filhas Gianna Emanuela e Laura, e o filho Pierluigi. Maria Zita faleceu com seis anos, dois anos após a morte de sua mãe.

Também no Brasil, aconteceu o outro milagre da canonização, foi vivenciado pelo casal Elisabete e Carlos César Comparini, de São Paulo. No ano 2000, na gestação do quarto filho, os médicos detectaram a perda total do líquido amniótico. Os pais pediram a intecercessão de Santa Gianna na presença do bispo de Franca, D. Diógenes Matthes, e negaram abortar o bebê. Após uma gravidez sem a presença de líquido amniótico (inexplicavel cientificamente), nasceu Gianna Maria, nome escolhido para homegear Santa Gianna, que nas palavras de Dom Serafino Spreafico, Bispo Emérito de Grajaú-MA, “formou-se como missionária e como tal viveu, ligada ao Brasil por vocação específica… ela agradeceu ao Brasil por tal vocação obtendo de Deus os dois milagres oficiais para a Igreja.”

Fonte: http://www.portaldeassis.com.br

Notícia: Falece marido de Santa Gianna Beretta

Falece marido de Santa Gianna Beretta

Da Redação, com ACI Digital

 

saintgianna.org
Pietro Molla e sua esposa, Santa Gianna Beretta Molla

O marido de Santa Gianna Beretta Molla, Pietro, faleceu, aos 97 anos, no último Sábado Santo, 3, um dia de especial importância para essa família. “Pietro Molla foi um pilar e uma rocha, um homem de extraordinária fé, simplicidade e santidade”, disse o Diretor da Salt and Light TV, padre Thomas Rosica, ao saber da notícia.

Para o sacerdote, Pietro viveu “uma vida de santidade e como sua amada esposa, Gianna, fez da santidade algo que nós também podemos alcançar”.

Pietro passou muito tempo de sua vida como viúvo logo após a morte de sua esposa em 1962, que preferiu dar à luz a sua filha repelindo o aborto que alguns médicos lhe sugeriam, assim como também o tratamento que poderia ter salvo a sua vida. Gianna era médica e faleceu uma semana depois de ter dado à luz a Gianna Emanuela, justamente em um Sábado Santo, daí vem a importância desse dia para a família. Seu marido ficou com os quatro filhos e nunca voltou a casar-se.

“Santa Gianna deu sua vida para que o bebê em seu ventre pudesse viver. Agora, Pietro volta para a Casa do Pai na manhã do Sábado Santo de 2010”, explica.

Para o padre Rosica “esta história de santidade não terminou com Santa Gianna Beretta Molla”. “Tenho a certeza de que a causa de beatificação e canonização será aberta logo. Que poderoso testemunho será isto para a dignidade do matrimônio e a vida familiar!”, manifestou.

Pietro Molla foi enterrado junto à sua esposa, no cemitério de Mêsero, na Itália.

Fonte: http://www.cancaonova.com

São Leão Magno

São Leão Magno

10 de Novembro

 

São Leão Magno O santo de hoje mostrou-se digno de receber o título de “Magno”, que significa Grande, isto porque é considerado um dos maiores Papas da história da Igreja, grande no trabalho e na santidade. São Leão Magno nasceu em Toscana (Itália) no ano de 395 e depois de entrar jovem no seminário, serviu a diocese num sacerdócio santo e prestativo.

Ao ser eleito Papa, em 440, teve que evangelizar e governar a Igreja numa época brusca do Império Romano, pois já sofria com as heresias e invasões dos povos bárbaros, com suas violentas invasões. São Leão enfrentou e condenou o veneno de várias mentiras doutrinais, porém, combateu com intenso fervor o monofisismo que defendia, mentirosamente, ter Jesus Cristo uma só natureza e não a Divina e a humana em uma só pessoa como é a verdade. O Concílio de Calcedônia foi o triunfo da doutrina e da autoridade do grande Pontífice. Os 500 Bispos que o Imperador convocara, para resolverem sobra a questão do monofisismo, limitaram-se a ler a carta papal, exclamando ao mesmo tempo: “Roma falou por meio de Leão, a causa está decidida; causa finita est”.

Quanto à dimensão social, Leão foi crescendo, já que com a vitória dos desordeiros bárbaros sobre as forças do Império Romano, a última esperança era o eloquente e santo Doutor da Igreja, que conseguiu salvar da destruição, a Itália, Roma e muitas pessoas. Átila ultrapassara os Alpes e entrara na Itália. O Imperador fugia e os generais romanos escondiam-se. O Papa era a única força capaz de impedir a ruína universal. São Leão sai ao encontro do conquistador bárbaro, acampado às portas de Mântua. É certo que o bárbaro abrandou-se ao ver diante de si, em atitude de suplicante, o Pontífice dos cristãos e retrocedeu com todo o seu exército.

Dentre tantas riquezas em obras e escritos, São Leão Magno deixou-nos este grito: “Toma consciência, ó cristão da tua dignidade, já que participas da natureza Divina”.

Entrou no Céu no ano de 461.

São Leão Magno, rogai por nós!

Fonte: http://www.cancaonova.com

Metodo Billing